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10/05/2015 | A emoção de vivenciar o primeiro Dia das Mães

Alguns dizem que Dia das Mães é todo dia e estão certos. Dedicar um único domingo do ano para homenagear àquelas que abdicam de sua própria vida pela do filho é muito pouco se comparado a tudo o que elas significam. Mesmo assim, a data continua trazendo consigo uma emoção sem igual, principalmente para as mulheres que vivenciam o momento pela primeira vez.

Assumir tal tarefa não é nada fácil e torna-se um desafio ainda maior para as mamães de primeira viagem, como é o caso da gerente administrativo Aline Cardoso de Mello, 25 anos, mãe do Joaquim, de oito meses, e da assistente financeiro Débora Regina de Lima, 31, mãe do Bernardo, de quatro meses.

Aline disse que descobriu a gravidez durante uma viagem e o sentimento era um misto de alegria, surpresa e excitação. “Minha primeira sensação foi algo do tipo ‘Nossa, estou grávida!’. No início eu não acreditava e a ficha não caía, pois parecia tudo do mesmo jeito. Mas, ao mesmo tempo, fiquei muito feliz porque meu filho tão desejado estava ali”, descreve. O mesmo sentimento é compartilhado por Débora, que definiu a descoberta como “uma sensação maravilhosa, uma alegria imensa e também um grande susto”.

Apesar da alegria e emoção, os medos também costumam estar presentes na vida das novas mães. O receio de não saber como cuidar, identificar o choro de fome ou dor, de trocar ou pegar corretamente são recorrentes e se unem, muitas vezes, ao medo do parto e do bebê ter algum proble­ma sério de saúde. Depois do nascimento, muitos fantasmas vão embora, mas outros piores aparecem. “Aparecem novos como os questionamentos de com quem deixar o bebê, o medo dele ficar doente, o medo dele cair e se machucar, o receio de deixá-lo na creche”, relatou Débora. “Depois do nascimento e da perda desses ‘medos’, outros tomam forma devido a violência que vemos hoje e os valores distorcidos da sociedade. Temo pelo que ele terá que enfrentar no futuro, pois criamos os filhos sempre protegendo, mas nem tudo depende de nós. Tudo o que eu desejo é que ele seja uma pessoa de bem, com valores simples e bem definidos”, an­seia Aline.

O momento do parto tam­bém é um grande marco na vida das mulheres e muitas passam a se sentir definitivamente mães após esse momento. A mamãe do Bernardo disse que ao ver seu bebê pela primeira vez fora da barriga foi um misto de tranquilidade e felicidade por ele estar ao lado dela. Por sua vez, a mãe do Joaquim disse que o sentimento foi de vitória, pois carregava em seus braços “um milagre de Deus” e que não iria se desgrudar dele nunca mais.

Como mulheres, guerreiras e agora mães, Débora e Aline também precisam enfrentar os desafios diários para dar o melhor de si para os filhos. Conciliar o tempo entre a cria­ção, trabalho, casa e marido é um das principais dificuldades. Isso unindo ao fato de nem sempre saberem como agir em determinadas situações, como quando eles ficam do­entes e sobre como criá-los corretamente. “Quando ele fica doente é o pior, porque ele não fala e não sabemos o que fazer, pra onde correr”, diz Débora. “Não somos super mães, apenas mães. Existem métodos que às vezes não funcionam e a fórmula correta não existe. Vou no 50% erro e 50% acerto que dá certo”, brinca Aline.

Mas as alegrias do dia a dia se sobrepõem a qualquer dificuldade sempre. As duas recém mamães destacam a alegria de receber um bom dia com o sorriso dos filhos e sua evolução diária. “Não tem nada que pague”, resume a mãe de Bernardo. “Quando pego ele na escola estou com muita saudade. Eu canto, brinco, beijo, rolo com ele no chão e a gente se diverte. Às vezes acho que ele até se irrita comigo, mas eu amo isso”, orgulha-se Aline.

Para as mulheres que de­sejam ser mães, as duas en­trevistadas deixam conselhos valiosos. Débora aconselha que elas devem seguir sua intuição em relação à tudo, pois elas sempre saberão exatamente o que fazer. Já Aline diz que elas não devem querer atropelar nenhum momento e viver com intensidade todas as fases da gestação e do crescimento. “Quando você se dá conta já passou e podemos acabar perdendo aquele momento tão valioso”.

 

Por fim, sobre a emoção de viver o primeiro Dia das Mães com os filhos do lado de fora da barriga elas até se perdem nas palavras para definir o momento. “É emocionante e maravilhoso. Não consigo nem explicar. Recebi minha primeira homenagem na creche e chorei muito, jamais pensava que a sensação era essa. É um amor inexplicável e agora a gente passa a dar mais valor ainda à nossa mãe”, comoveu­-se Débora. “Não tem como expressar em palavras. Essa semana tive minha primeira homenagem na escola e sei da minha importância pra ele. Vivo pra ele e esse amor que existe entre nós só a gente entende. Tudo de melhor que eu puder ser, sempre serei pra ele”, concluiu Aline, que disse que agora até ouvir a música ‘Como é grande meu amor por você’, de Roberto Carlos, ganhou sentido especial.

Fonte: Da Redação do PCI

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